Workshop Ansiedade e Depressão: Um sinal que desperta – Estratégias para percepção e controle

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2018 dizem que o Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo.

O transtorno de ansiedade é marcado por sintomas como a dificuldade de concentração, problemas no sono e preocupação excessiva. Sintomas que podem levar ao quadro depressivo, caracterizado pelos sintomas do transtorno acrescido de alterações no humor, como apatia, solidão, tristeza, além do isolamento social, dores sem justificativa física, tristeza sem relação com a vida pessoal, culpabilização, perda de energia, alteração do sono e do apetite, entre outros.

De acordo com uma pesquisa da OMS, a depressão será até 2020, o maior motivo de afastamento do trabalho no mundo. No Brasil, cerca de 5,8% da população tem a doença, o que faz do país o campeão de casos na América Latina.

Muitos estudos demonstraram que o humor é positivo quando a área frontal esquerda do cérebro é mais ativa que a área frontal direita e que o humor é ruim quando a direita está mais ativa que a esquerda. Esse achado bem estabelecido na neurociência pode ser aplicado diretamente no tratamento para depressão por meio do neurofeedback.

Em adultos, as pesquisas com neurofeedback indicam melhora especialmente em transtorno de ansiedade, mesmo quando em comorbidade. Pesquisas com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) também tem relatado resultados otimistas, levando à redução da ansiedade e do TOC propriamente dito.

Programa:

– Entendendo as emoções (MEDO, RAIVA, TRISTEZA, AFETO E ALEGRIA);

– O papel das emoções na vida diária;

– Normalidade x Patologia;

– O que diz a neurociências sobre nossas emoções;

– Avaliação, tratamentos e intervenções clínicas;

– Biofeedback e Neurofeedback como método de intervenção;

– Casos de sucesso;

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